Rumo ao Globo de Ouro: mais filmes e apostas!

E chegou o prêmio mais divertido de Hollywood: o Globo de Ouro! Divertido porque engloba cinema e TV, além de ser basicamente uma festa em que servem bebidas aos indicados a noite toda, resultando pelo menos um discurso bêbado.

Eu e Daniel, meu fiel companheiro, conseguimos riscar mais cinco filmes da lista na nossa maratona Temporada de Premiações. São eles:

Tom Hanks

Capitão Phillips

Deveria ter dado um voto de confiança a Paul Greengrass antes – ele conquistou esse direito com A identidade Bourne e, até onde sei, não perdeu ainda. É dele o grande mérito de Capitão Phillips, já que não perdeu o jeito para criar um senso de urgência sem igual no espectador. Tom Hanks faz a melhor performance da sua carreira nos últimos 10 anos em uma história em que todo mundo já sabia o final. Ainda assim, foi a maior surpresa da temporada até agora – gostei dos que já imaginava que ia gostar e não me surpreendi de verdade com aqueles dos quais não esperava grandes coisas.

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Álbum de Família

Brigas, traições e bastante roupa suja. Todo mundo reconhece os personagens desse que é apenas o segundo longa do diretor John Weels. Adaptado de uma peça de teatro, o filme acompanha uma crise na família Weston – três irmãs que não se vêem há muito tempo, primos com segredos, uma Meryl Streep dopada de remédios e um pai desaparecido. Seus dois grandes trunfos são um texto super bem escrito – lembrando mesmo teatro – e atores bem entrosados entre si e com seus papeis. Julia Roberts dá uma das melhores atuações de sua carreira, Ewan McGregor é sempre uma boa notícia, Chris Cooper sendo o incrível de sempre, Juliette Lewis e Dermot Mulroney abraçando sua excentricidade e Benedict Cumberbatch aparentemente entrou só pra mostrar que sabe fazer de tudo em 2013. É quando esses personagens colocam tudo pra fora que fica clara a dimensão dessa história, cujos personagens você sente já conhecer após duas horas.

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Ela

Spike Jonze bebeu um pouco na água de Sofia Coppola, Charlie Kaufman e Michel Gondry para criar a própria voz – o que, nas atuais circunstâncias é muito bem vindo. Joaquin Phoenix parece determinado em cair nas mãos de bons diretores e, após uma performance incrível (a melhor do ano passado) em O Mestre, o ator voltou com mais um personagem contundente ao lado de uma Scarlett Johansson em uma de suas mais respeitáveis aparições (apesar de que não aparece, de fato). Ela é uma deliciosa crônica sobre o amor moderno, a solidão e as conexões que fazemos na vida. É pra ser futurista, mas dá imaginar um futuro não muito diferente. Em muitos casos, já estamos lá.

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O Lobo de Wall Street

Corremos pra ver na pré-estreia, e Martin Scorsese não nos decepcionou (aliás, não me lembro se isso já aconteceu alguma vez). Seu novo filme parece ser uma declaração, uma afirmação de que sim, tio Marty ainda tem muito jogo de cintura, é o maior e melhor diretor vivo e passa por cima de todos os outros filmes como um rolo compressor. Divertido ao extremo, O lobo de Wall Street dividiu opiniões ao desfilar nada menos que 522 variações da palavra “fuck“. Tudo isso para recriar o mundo de Jordan Belfort, que enriqueceu às custas das ações alheias, de verdade. É o tipo de personagem prato cheio para Scorsese: viciado em drogas e sexo e rodeado por um grupo de doidões inconsequentes,  Leonardo DiCaprio fez um Belfort marcante, olhando no olho do espectador enquanto desafia todas as noções de bom senso e ética com extravagâncias, discursos que lembram as mais fervorosas seitas religiosas e formas nada ortodoxas de consumir suas drogas favoritas. Esse é um diretor que faz milagres e coloca até Jonah Hill pra atuar bem. Vale cada minuto de suas três horas de duração, graças ao ritmo perfeito da edição sempre competente de Thelma Schoonmaker.

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A grande beleza

Como sabia que não teria tempo hábil para ver todos os estrangeiros, optei pelo que vem surpreendendo positivamente muita gente. E não me decepcionei. O filme italiano acompanha o jornalista e escritor Jep Gambardella ao se deparar com a finitude da vida após seu aniversário de 65 anos. Ele passa a refletir sobre vida, morte, amor e fé na medida em que continua vivendo como sempre viveu: em festas animadíssimas, bebendo uísque e dormindo nos braços de belas mulheres. Mas A grande beleza é mais que isso, mostrando com a calma e sutileza que só os europeus conseguem ter o que realmente vale a pena quando se chega a um estágio da vida em que há mais perdas que ganhos. O resultado inevitável é o questionamento que fica: e o que vale a pena hoje? Tudo isso com lindas tomadas de uma Roma que pouco se vê no cinema. Com uma dose extra de leveza, A grande beleza poderia ser o filme que Woody Allen para a cidade.

E, após assistir boa parte dos principais concorrentes, eis os meus favoritos (os que mais gostei, e não os que têm mais chances) para as principais categorias do Globo de Ouro neste domingo:

Melhor filme drama: Gravidade;

Melhor filme musical ou comédia: O lobo de Wall Street;

Ator em filme de drama: Tom Hanks (Capitão Phillips);

Atriz em filme de drama: Cate Blanchett (Blue Jasmine);

Ator em musical ou comédia: Leonardo DiCaprio (O lobo de Wall Street);

Atriz em musical ou comédia: Meryl Streep (Álbum de família);

Ator coadjuvante: Michael Fassbender (12 anos de escravidão);

Atriz coadjuvante: Julia Roberts (Álbum de família);

Diretor: Alfonso Cuarón (Gravidade);

Roteiro: Spike Jonze (Ela);

Animação: Frozen;

Série de drama: Breaking Bad

Série de comédia: Parks and Recreation

Ator em série de drama: Bryan Cranston (Breaking Bad);

Atriz em série de drama: não assisto nenhuma das indicadas;

Ator em série de comédia: só assisto Jim Parsons, em The Big Bang Theory, e não acho que ele deva ganhar;

Ator coadjuvante em série: Aaron Paul – nem preciso ver os outros;

Atriz coadjuvante em série: só assisto Sofia Vergara em Modern Family, mas acho que já deu.

E a watchlist ficou assim:

12 years a slave
Dallas Buyers Club
Capitão Phillips (Captain Phillips)
All is Lost
Rush: No limite da emoção (Rush)
Philomena
Trapaça (American Hustle)
Ela (Her)
Inside Llewyn Davis – Balada de um homem comum (Inside Llewyn Davis)
Nebraska
O lobo de Wall Street (Wolf of Wall Street)
Mandela: Long Walk to Freedom
Walt nos Bastidores de Mary Poppins (Saving Mr. Banks)
Refém da Paixão (Labor Day)
Álbum de Família (August: Osage County)
Frozen – Uma aventura congelante (Frozen)
Os croods
Círculo de Fogo
Oblivion
Azul é a cor mais quente (La vie d’Adèle)

E que vençam os melhores. Bom Globo de Ouro pra você que, como eu, vai acompanhar tudo do sofá de casa!

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Temporada de Premiações: o problema com as expectativas

Saiu a retrospectiva 2013 do Letterboxd, e 12 anos de escravidão foi o filme com nota mais alta entre os usuários do site no ano passado. Esse é o tipo de coisa que te faz ter boas expectativas para o novo do Steve McQueen, um dos cineastas mais badalados dos últimos dois ou três anos. Bem, isso, a boa reputação do diretor, o elenco estelar que promete e a fama precoce de “favorito ao Oscar”.

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Mas palma, não priemos cânico. Baixei um screener maroto Dei um pulinho nos EUA pra assistir e gostaria de compartilhar isso com todo mundo que sofre de Tensão Pré-Temporada de Premiações (TPTP): não vale o afobamento. A história é boa, o homem negro livre que acaba vendido como escravo e, como o título diz, passa uns maus bocados durante mais de uma década. Solomon Northup existiu de verdade, sobreviveu e contou sua experiência em um livro. O que a torna única é a vivência daquele homem refém de uma situação extrema em meio a um dos períodos mais vergonhosos da nossa existência. Tragédias humanas assim não devem ser esquecidas, jamais. Mas a sua importância histórica faz com que elas sejam contadas repetidamente. Todo mundo já sabe como elas terminam.

12 anos de escravidão perde a oportunidade de contar a jornada desse homem para impressionar – e não de uma forma boa – o espectador. Se por um lado tenta abusar da brutalidade das cenas de espancamento dos escravos, por outro força uma delicadeza cult injustificada que faz o filme se prolongar por mais de duas horas sem qualquer necessidade. Nem mesmo Chiwetel Ejiofor, que é um bom ator, conseguiu transpor emoção, virando coadjuvante de seu próprio estelar elenco de apoio. Mas embora Michael Fassbender, Benedict Cumberbatch, Paul Giamatti, Paul Dano e Sarah Paulson tenham boas performances, todos eles passam, como núcleos em uma sitcom. E, em uma sucessão de cenas arrastadas, eles são pequenos alívios que, eventualmente, são deixados para trás. Uma pena. 12 anos acrescenta pouco à temática. Assim como O Mordomo da Casa Branca, do qual já falei aqui.

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Pode ser que a experiência pouco agradável com 12 anos de escravidão tenha melhorado bastante Círculo de Fogo, que assisti no mesmo dia focando em uma categoria bem diferente: a de efeitos especiais.  Mas o fato é que o segundo levou uma estrelinha a mais no meu Letterboxd por um simples motivo: me diverti muito mais. Se o filme do McQueen não foi feito para divertir, todos devem ser feitos para entreter, cativar o espectador e fazê-lo se importar com a história e seus personagens. E isso Guillermo del Toro fez melhor. Pode ser um mundo imaginário, um futuro que não acontecerá, mas não importa. É tudo tão bem desenhado, executado e editado, que é pouco provável alguém não se divertir. Seja pelo espetáculo visual, seja pelo dilema dos personagens principais, a gente acaba perdoando o texto fraco e bobo em atuações tão inexpressivas (com exceção de Idris Elba, sempre com uma boa presença) e a absoluta falta de mulheres nessa história toda (acho que vi umas três no total). Levamos na esportiva.

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Falando em mulheres, elas são personagens centrais em outros dois filmes. Frozen é um deles. Foi uma grata surpresa da Disney, com uma história encantadoramente divertida que mescla o melhor de dois mundos: seus musicais clássicos e a tecnologia 3D.  Mas dessa vez as princesas não são lá tão frágeis, o que resultou em personagens muito mais ricos e uma deliciosa aventura. Deu certíssimo. Falei melhor sobre ele em uma resenha no Cinema de Buteco.

Saving Mr Banks

O outro é Walt nos bastidores de Mary Poppins – esse, um clássico dos estúdios de Walt Disney. Mas o filme de John Lee Hancock conta a trajetória de mais de 20 anos entre a paixão de Disney pelo livro de P. L. Travers e a estreia de sua adaptação cinematográfica, em 1964. Alternando entre as duas semanas que a autora passou em Los Angeles durante as negociações do filme e sua infância na Austrália, o roteiro tenta explicar a origem dos personagens do livro ao mesmo tempo em que justifica o apego de Pamela com a história e suas exigências exorbitantes para entregá-la nas mãos de Walt. Paul Giamatti é, novamente, um coadjuvante aqui ao lado de Tom Hanks e Emma Thompson. Ela, sempre competente no papel; ele, quase tão bem quanto a parceira de cena que quase some em seus personagens. No entanto, o filme de Hancock apela para um sentimentalismo parte brega, parte chato, cujos dois segmentos se dividem, ao invés de se complementarem, e que depende demais de seus ótimos atores. Raramente dá certo.

E a lista da Temporada de Premiações está ficando assim:

12 years a slave
Dallas Buyers Club
Capitão Phillips (Captain Phillips)
All is Lost
Rush: No limite da emoção (Rush)
Philomena
Trapaça (American Hustle)
Ela (Her)
Inside Llewyn Davis – Balada de um homem comum (Inside Llewyn Davis)
Nebraska
O lobo de Wall Street (Wolf of Wall Street)
Mandela: Long Walk to Freedom
Walt nos Bastidores de Mary Poppins (Saving Mr. Banks)
Refém da Paixão (Labor Day)
Álbum de Família (August: Osage County)
Frozen – Uma aventura congelante (Frozen)
Os croods
Círculo de Fogo
Oblivion
Azul é a cor mais quente (La vie d’Adèle)

Top 15: Filmes Românticos

Eu não estou particularmente romântica este ano, mas o Dia dos Namorados está chegando e é inevitável recordar os melhores filmes do gênero – especialmente quando nós, do Cinema de Buteco, estamos fazendo um especial tão supimpa!

Como toda mulher, não resisto uma boa comédia romântica água com açúcar, mas sempre tive uma quedinha pelos filmes mais realistas (como Namorados Para Sempre, que vergonhosamente só estreia essa semana no Brasil), pois mostram a realidade cruel dos relacionamentos. Esse gosto “eclético” se reflete na lista abaixo:

– Encontros e Desencontros: Há pouco amor em Encontros e Desencontros. Mesmo assim, Sofia Coppola consegue costurar uma história teoricamente “parada” em cenas memoráveis e diálogos interessantes. Difícil mesmo é não ter vontade de conhecer Tóquio após assistir o filme.

– Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças: Em meu filme preferido de todos os tempos, Jim Carrey é Joel, um homem que sofre com o fim de seu relacionamento com Clementine (Kate Winslet). Após descobrir que a ex-namorada o apagou da memória com uma revolucionária técnica médica, ele decide fazer o mesmo. É através de suas memórias que descobrimos como Joel e Clementine se conheceram, como se amaram, como passaram a se odiar. Apesar de ser ficção, “Brilho Eterno” pinta uma imagem realista dos relacionamentos, que podem ou não durar para sempre.

– Juno: Ellen Page e Michael Cera vivem um romance nada convencional, em meio à gravidez precoce, famílias loucas e uma trilha sonora cativante. A química dos desajeitados protagonistas e a ótima presença dos coadjuvantes faz com que Juno passe voando. Uma pena.

– Shakespeare Apaixonado: Pode até ser fixação de adolescente – tinha 12 anos quando o filme saiu – mas não só fiquei encantada com Joseph Fiennes, como gravei (lembra do VHS?) e assisti muitas, muitas vezes. Um romance de época divertido e que traz, de quebra, Colin Firth e Ben Affleck. Pra mim, está de bom tamanho.

– Harry e Sally – Feitos Um Para o Outro: Este roteiro de Nora Ephron é, sem dúvidas, um delicioso bate-papo sobre relacionamentos, amadurecimento, amizade e felicidade. Harry e Sally, amigos, demoram a reparar que são perfeitos juntos. Diferentemente da maioria dos casais que vemos no cinema, eles são racionais, cheios de defeitos e carregam consigo uma bagagem emocional de anos de relacionamentos fracassados. Talvez seja essa pitada de realismo que faz desta uma comédia deliciosa.

– Closer – Perto Demais: Foi o primeiro filme que vi que tratava o amor como algo quase sujo, cruel. A imprevisibilidade dá o tom, e você não se sente obrigado a torcer por casal algum, simplesmente porque os personagens são pessoas falhas, imperfeitas e não tentam te cativar. A dureza do filme é, por vezes, difícil de assistir, principalmente considerando que está tão próximo da realidade quanto da ficção.

– Hora de Voltar: O filme que me apresentou The Shins não poderia ficar de fora da lista. Não se trata especificamente de um filme de amor, mas sobre família, amigos e jamais esquecer as raízes. Um drama delicioso e que, ironicamente, traz Natalie Portman em um dos papeis mais divertidos de sua carreira. Quem diria que Zach Braff se sairia tão bem na direção?

– O Amor Não Tira Férias: Quantas comédias românticas têm uma protagonista do naipe de Kate Winslet e, no comando, a aclamada Nancy Meyers? O equilíbrio entre duas tramas paralelas é um ótimo trunfo do filme, que propõe uma verdadeira reflexão sobre mudanças e relacionamentos. Para completar, a trilha ficou a cargo do mestre Hans Zimmer.

– Mens@gem Pra Você: Meg Ryan e Tom Hanks vivem concorrentes nos negócios que, sem saber, se tornam amigos virtuais. Com Nova York como plano de fundo, esta é uma deliciosa comédia romântica da renomada diretora Nora Ephron. Os protagonistas repetem a química vista em “Sintonia de Amor”, da mesma diretora.

– 500 Dias Com Ela: Poucos jovens atores são tão adoravelmente talentosos quanto Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt. Eles protagonizam uma história de amor espontânea e imprevisível que te faz torcer pelo final feliz, mas sem saber o que esperar. Junte a isso uma deliciosa trilha, e não há como não se apaixonar por 500 Dias Com Ela.

– Como Perder Um Homem em 10 Dias: A química inquestionável entre Matthew McConaughey e Kate Hudson faz desta comédia diversão garantida. Brincando com relacionamentos, é impossível não dar risadas com o “falso casal”. Mesmo seguindo o velho formato das comédias românticas, a trama consegue prender e cativar.

– Antes do Amanhecer: Jesse (Ethan Hawke) e Celine (Julie Delpy) se conhecem em uma viagem de trem na Europa. A conversa entre eles estava tão boa que ele a convence a descer em Viena (ao invés de em Paris, como planejava). Os dois passam o dia sem dinheiro, caminhando pelas ruas da capital austríaca, conversando sobre vida, morte e relacionamentos. Vale também assistir a sequência, “Antes do Pôr-do-Sol” (2004).

– Apenas Uma Vez: Um músico de rua (Glen Hansard) e uma imigrante tcheca na Irlanda (Markéta Irglová) se conhecem e acabam descobrindo um interesse em comum: a música. Eles logo começam a colaborar e compor juntos, e daí nasce um belo relacionamento e lindas canções de amor. Impossível assistir e não se apaixonar pelo filme e pela trilha sonora.

– Orgulho e Preconceito: A já clássica história de Elizabeth Bennet (Keira Knightley) e Mr. Darcy (Matthew Macfadyen), adaptada mais uma vez para o cinema da obra de Jane Austen, a rainha dos romances de época. Ela, uma moça solteira de família pobre; ele, um jovem abastado que se muda para a região. Da antipatia de um pelo outro surge uma das mais belas história de amor já contadas. Um prato cheio para quem gosta de clássicos.

– Simplesmente Amor: Uma mulher apaixonada pelo colega de trabalho, o músico que tenta desesperadamente voltar às paradas de sucesso, o casal que passa por uma crise conjugal, o homem enlutado pelo fim de um relacionamento: ‘Simplesmente Amor’ é uma variedade de histórias paralelas que se cruzam durante o período que antecede o Natal em Londres. Uma deliciosa crônica sobre o amor, em suas mais variadas formas, e sobre como ele aparece e vai embora quando menos se espera.

→ E para vocês, qual o filme mais romântico?

Aos apaixonados, um feliz Dia dos Namorados!