Melhores de 2013

Sei que 2013 acabou há dias e todo mundo já postou suas super listas de melhores do ano. Mas foi lendo o que mais encantou todo mundo que eu comecei a revisitar os discos lançados, os filmes assistidos, os livros lidos… E cheguei à conclusão de que:

  • Não é pra ser do contra, mas eu não ouvi metade do que o pessoal gostou tanto; e não entendi o afobamento com boa parte da outra metade;
  • 2013 não foi um ano tão ruim assim.

Na TV:

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Mad Men continuou surpreendendo, anos depois. Breaking Bad foi o espetáculo de sempre, só que mais. Bem mais, e teve o hype tão merecido. E Amy Poehler continuou fazendo de Parks and Recreation uma das séries mais brilhantes da televisão.

No cinema: 

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Universidade Monstro me fez rir alto e lembrar da infância. Blue Jasmine marcou o retorno de Woody Allen à boa forma. Frances Ha me possibilitou matar a saudade do universo de Noah Baumbach, cheio de personagens incríveis e apaixonantes. À procura do amor me lembrou porque Nicole Holofcener é uma das vozes mais interessantes no cinema hoje. Tabu me encheu os olhos de uma beleza sofrida. Indomável Sonhadora me fez chorar com uma história sobre ter de amadurecer muito além dos seus anos. Gravidade me tirou o fôlego. Os Suspeitos me surpreendeu em uma sessão em plena meia-noite na qual mal conseguia piscar.

Na música:

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Vi shows épicos. Gilberto Gil, Jorge Drexler, John Mayer, Ben Harper e Charlie Musselwhite, Os Novos Baianos, Caetano Veloso, Almir Sater, Vitor Ramil, Esperanza Spalding.

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E ouvi discos ótimos, que me fizeram voltar a eles inúmeras vezes: Wise Up Ghost, de Elvis Costello e The Roots; AM, do Arctic Monkeys; Right Thoughts, Right Words, Right Action, do Franz Ferdinand; Antes que tu conte outra, do Apanhador Só; Disco, do Arnaldo Antunes; Amok, do Atoms for Peace; New, do Paul McCartney; Dream River, do Bill Calahan; Tooth and Nail, do Billy Bragg; Rhythym & Blues, do Buddy Guy; Serviço, do Castello Branco; Victim of Love, do Charles Bradley; The Next Day, do David Bowie; Trio, do Hamilton de Holanda; From Here to Now to You, do Jack Johnson; Momentum, do Jamie Collum; Paradise Valley, do John Mayer; Once I was an eagle, da Laura Marling; Where does this door go, do Mayer Hawthorne; Esboços, do Pedro Verissimo; … Like Clockwork, Queens of the Stone Age; Trouble will find me, do The National; Where you stand, do Travis.

Na literatura:

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Dos livros lançados em 2013, gostei bastante de “Uma mulher chamada guitarra: crônicas escolhidas de Vinicius de Moraes” (que ganhei do Daniel e foi parar no Eu te dedico), “Os últimos quartetos de Beethoven e outros contos”, de Luis Fernando Verissimo… e só.

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No entanto, li outros tantos memoráveis lançados antes: “Mãos de cavalo”, de Daniel Galera; “Big Jato”, de Xico Sá; “Terra sonâmbula”, de Mia Couto; “Sobre meninos e lobos”, de Dennis Lehane; trilogia Millennium, de Stieg Larsson. Foi um ano de muitas leituras, certamente mais que em 2012, e encontros memoráveis: abracei Xico, Galera, Mia, entre outros. Que venha a Flip 2014.

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